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  • Luciana Gouvea

Série Inovação: Robotização

Atualizado: 22 de Jul de 2020




O ativo mais precioso de nossas vidas é o tempo.

É uma moeda de valor inestimável, não retornável, individual e escasso, haja vista todas as demandas diárias.

Parafraseando Mário Quintana: "Quando se vê já são seis horas! Quando se vê já é sexta-feira!".

A proposta apresentada pelos avanços tecnológicos é que tenhamos mais tempo para fazer o que é considerado importante, estratégico e vital. O que lhe traga alegria e prazer.

Provavelmente nosso primeiro contato com robôs tenha sido através de filmes futuristas, de ficção científica, com cenários inimagináveis e agora, aqui estamos. Os robôs já fazem parte do nosso cotidiano, e o desafio é identificar onde poderíamos utilizar a tecnologia a nosso favor para que possamos desfrutar mais de nossa capacidade criativa, porque inovação só vem de gente e se você não tem tempo para criar, desenvolver e implantar algo inovador ninguém o fará.

Tenho aqui uma proposta, na verdade uma reflexão. Quanto de seu trabalho poderia ser delegado a um robô para que você tivesse tempo para outras atividades que efetivamente agregam valor e trazem satisfação?

Atividades com altos volumes de dados, baixa taxa de exceção, baixo valor agregado...

Está lançado o desafio! Se você pudesse, você teria um robô para chamar de seu?

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